Mais de 24 apos chegar ao aeroporto de guarulhos, em Sao Paulo, consegui achar a casa do Verissimo em Lyon - onde eu deveria me alojar sozinho. Ao abrir a porta, fui surpreendido por um frances chamado Anthony. Demorei uns vinte minutos pra entender que ele nao divide o apartamento com o Verissimo - os dois casais que vivem no apartamento estao no Marrocos.
Do mesmo jeito que eu, Anthony tambem estava provisoriamente no apartamento. Ele mora numa residencia estudantil, nul quarto pequeno. Com a viagem do Verissimo, ele resolveu passar um tempo numa casa maior.
Conversamos bastante apesar de eu ter que parar bastante o papo pra perguntar o que ele queria dizer. Falamos do lula, do sarcozy, da vida de estudante na franca. Hoje anthony foi embora e descobri que a companheira de republica do verissimo emprestou a casa pra um casal tbm. To esperando eles chegarem.
O Paulo Gama, estudante da eca que veio no mesmo voo que eu, vai ficar comigo tb.
Caminho pra ca
O aviao foi otimo. Contrariando minha teoria da lasanha feita fora de casa, comi uma de quato queijos mto boa na janta do voo para paris. assisti ao filme "2 dias em paris" falado em frances e ingles e aprendi varios palavroes (gros mots) franceses.
Com o atraso do voo, eu e o Paulo perdemos a conexao pra lyon. em vez de decolar as 12h25, saimos as 16h30, chegando em Lyon quase 18h. Nosso frances sofrivel no srendeu uns contratempos.
Tomamos um onibus do aeroporto pro centro. nessa viagenzinha conhecemos um casal de estudantes da sao francisco. o rapaz conhece um amigo do paulo e um outro amigo meu da san fran, alem de ter tido aula com minha tia no curso de design do senai.... mundo....
Desci do buso antes do paulo pra pegar as chaves da casa do verissimo com o fred - outro cara da eca. O Paulinho tambem se alojou com uma ecana - a Marcela, que emprestou a senha do computador da faculdade pra eu escrever isso tudo.
Ja mandei uns emails e li outros.
Vamos comer agora;
À bientôt!!!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Primeiras historias... loko
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Moletom já tem dono
Descobri que o moletom esquecido aqui em casa não é feminino e pertence ao Raoni.
Vou bolar uma forma de fazê-lo chegar à Vila Madalena são e salvo.
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Achados e perdidos
Galera, depois de recolher as latinhas que surgiam pela minha casa nos locais mais improváveis - e também retirar as bexigas, as pedras de gelo, as caixinhas de cigaro e as carcaças de projeteis bélicos do chão - reparei que esqueceram:
Um moletom feminino com zíper e
Um guarda-chuva preto.
Os donos podem entrar em contato comigo e vejo a melhor forma de recobrarem a propriedade desses pertences. Após três meses sem reclamações, eles seguirão para doação na Basílica de Nossa Senhora da Penha, majestoso tempo erguido no coração do melhor bairro de São Paulo.
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Valeu galera, a festa foi demais!!!
Escorreguei do alto dos vinte e um degraus que ligam a parte de cima de minha casa ao quintal. Achei que só fosse frear no térreo, mas um amigo correu e me segurou. Levantei apressado e voltei ao topo para recuperar as caixas de cerveja que repousavam na muretinha.
“Olha sua avó e sua mãe olhando”, disse baixinho o Bruno Bueno, enquanto todas as pessoas presentes na minha festa de despedida rachavam o bico, pensando que eu caia de bêbado.
Não fosse a chuva que assolou a festa durante a tarde e a noite do sábado, 19 de janeiro de 2007, os degraus da escada não ficariam tão escorregadios e eu não encontraria, na manhã do dia 20, um hematoma de 8 centímetros de diâmetro na coxa esquerda (numa região próxima ao glúteo), com cerca de três tonalidades de verde, duas de amarelo e umas incontáveis de vermelho. Talvez também fosse mais fácil escovar os dentes e lavar o rosto se não houvessem arranhões para arder na parte de cima da mão esquerda.
Tudo bem. Quinta-feira chego na França para uma estadia planejada de, mais ou menos, um ano. Serei intercambista latino-americano na Universidade Lumière Lyon 2 junto com árabes, ingleses, argentinos, mexicanos e toda sorte de pessoas. Esse foi o motivo de convocar os amigos e colegas mais próximos para um churrasco aqui em casa.
Como prometi no convite, às 10h o fogo já comia carvão, espetáculo intrigante para a platéia composta por meu avô, o grande Jorge Brandt, e eu. Meu irmão ainda dormia quando a campainha tocou pouco depois das 11h, anunciando a chegada do Fernando Aoki, o Panda, e do Marcel Lucci, Hematoma. Ambos estudaram comigo na Escola Técnica Federal de São Paulo durante o ensino médio e compõem a enorme lista de pessoas sem noção do perigo que conheço.
Há três anos não via o Fernando, que evita dar publicidade ao apelido com que fora batizado na escola – ao contrário de todo o restante da turma, cada um com codinome próprio no mundo paralelo do colegial. O reencontro foi muito oportuno: quatro dias antes de eu percorrer os quase 9,5mil quilômetros que separam São Paulo de Lyon e tornam a preguiça a menor das barreiras para um bate papo cara a cara.
O próximo a chegar foi o Lester, André Meireles, também da Federal e entusiasta de um bom churrasco entre amigos. Logo assumiu a churrasqueira e ajeitou a pia dos fundos da casa, atrás da parte coberta do quintal, para preparar caipirinhas.
Os minutos passaram e minhas idas à porta da frente se tornaram tão repetitivas quanto o movimento de abrir latinhas de cerveja executado pelo Lester. A campainha tocava e eu recebia a galera. Pessoal da Federal, da Estesp (Escola Técnica Estadual São Paulo – onde cursei o frustrante Técnico de Telecomunicações), da Escola de Comunicações e Artes, da USP em geral e de minhas andanças por aí. Excelentes colegas e amigos. Gente do dia a dia e do ano após ano.
Lei de MurphyContra todos nós, a chuva mostrou mais intensidade que no decorrer da semana e obrigou transferir a churrasqueira do quintal aberto para o coberto. Centro das atenções, ela magicamente fez toda a galera se espremer na pequena parte coberta, ponto de partida do trajeto que eu percorria até a porta da frente: saia do coberto, tomava chuva no aberto, passava pela garagem, mais chuva no jardim e abria a porta. Depois, caminho de volta rumo à muvuca.
Todo mundo junto da fumaça de carvão que impregnava a roupa e os narizes. Pra descontrair, a dupla de peraltas pimpões, Panda e Hematoma, tiraram a camisa, celular e coisas que poderiam quebrar pra fazer uma brincadeirinha: pular de barriga contra o chão do quintal. O famoso peixinho, no piso com quase um centímetro de fio d’água quando a chuva era um verdadeiro toró.
Show à parte (e barulho de cabeça na parede também), rodinhas de conversa se formaram, o som rolava cada vez mais alto e animado.
O Marcelo, famoso Mala, da minha sala de jornalismo da ECA (e doente de um mal desconhecido há dez meses) já havia encontrado a cadeira perfeita para sentar durante as quase dez horas que ficou na festa.
O Léo se segurava querendo rolar nossas queridas músicas sertanejas que embalam as voltas pra casa de metrô desde o primeiro ano de faculdade – Milionário e José Rico a César Menotti e Fabiano. Eu tava mais apto a continuar com o blues – Velhas Virgens, no caso.
Sentados no chão da garagem, alguns apoiados no carro, o Jão, o Texas, o Chiclete, o Madruga, o Homer, o Buscapé, o Ivan, o Shura e o Ceará. Pelos nomes, da Federal. O papo era futebol, pelo que lembro das vezes que passei correndo pra abrir a porta.
Nessa zorra também estavam o Chaves e a Marina, um dos casais. Ela acabou vítima de uns 300 mililitros de cerveja que “sobraram” num toque sutil de canecas entre eu e o Ivan. Como punição, recebi bem uns 1.500 mililitros na cabeça, que encharcaram minha roupa e impregnaram a garagem com o cheiro da bebida por mais de 24 horas.
No coberto, Luiz e Mônica, Tiozão e Mari, Estrago e Mari, Presidente Régis e Mari, os casais. Estavam Também a Jamila, a Amanda, o Rodrigo, o Igor e a Gisele . Mais tarde chegaria il padrino, Don Brandone, famoso e cobiçado DJ das festas Ecanas que agitou todo mundo com Roberto Carlos, Paralamas do Sucesso, Jamiroquai e, o impagável, Tim Maia Racional.
Antes da triunfal apresentação do Renato Brandão, o Charles e o Renato Sanches já inauguravam a turma do “vou embora”, saindo no meio da tarde. O Paulo e a namorada Juliana também saíram à tarde, arrastando o caçula da família, Bruno Bueno. Essa tendência fugaz dobraria meu esforço de abrir a porta: pra recepcionar e dar a apertada despedida.
Noite. Tudo escuro, luz apagada, luz acesa. Luz apagada, luz acesa. Pára, porra! Vai queimar a luz!
A Karen tinha se mandado da festa com o namorado, André, igual ao Bruno Pocotó – amigo desde a sexta série do ginásio – e a Michelle. Mas ainda chegariam aqui em casa a Camila, que conheci em 2007, o Eduardo, bicho do jornalismo e o Eduardo Damasceno, meu vizinho e velho amigo da Etesp que me ajudou a mexer no código HTML desse blogue para deixá-lo mais próximo do que eu queria.
O Pedrão da Federal, ex-Lafon, não perdeu a chance de declarar a hora da Dança Proibida, constituída de movimentos fortes e sensuais, realizada raramente, apenas quando a situação exige tal proeza. Participaram – além do Pedro e de mim, é claro – o Balza, o Luiz, o Rodolfo Preibói e o Rafael Sampaio, o Rato. De platéia, a Olga observava o namorado Rato e o incentivava a movimentos os mais estranhos possíveis. Também apreciaram a dança o Ricardo Ferraz, grandioso Lenny Kravitz do jornalismo, o Hugo e a Ju, além do, agora cineasta, Raoni.
Como lição para todos os presentes, o Pedro executou fielmente ao figurino os movimentos iniciais da dança: braços esticados a 75º do corpo. Bate-se uma palma, levando a mão esquerda até a direita, que permanece na posição inicial.
Depois, o movimento louco com a cabeça começa. Chega a vez das pernas entrarem em ação, numa cadência bamba que leva a pessoa da esquerda pra direita em círculos, nunca esquecendo de remexer a cintura.
Até então, as pessoas envolvidas com a dança estão dispersas. A interação começa mesmo quando todos atingiram o ápice da execução com domínio total da significação que cada movimento pode passar. Lester que o diga: recusando-se a dançar, continuou tomando cerveja, apoiado na muretinha do quintal coberto e observando a dificuldade da Dança Proibida.
DespedidaCerveja acabou, carne também – pela sei lá qual vez no dia. A festa durou uns vinte ou trinta minutos até a primeira leva grande de pessoas deixar a casa. No final ficaram o Ricardo Miranda – um dos protagonistas do incidente que quase me custou um rim em 2007 – o Eduardo Damasceno, a Jamila, o Leo e o Mala.
Ajudaram a dar uma ajeitadinha na casa – que só seria arrumada na manhã fria do dia 20 pela minha família – e se mandaram. O Eduardo dormiu aqui, embalado pelo fabuloso filme do Will Smith, Hitch Conselheiro Amoroso, dose....
E assim termina o breve relato da festa: pra mim ficou uma cartolina amarela, dobrada na metade, com assinaturas e recados muito loucos dos meus amigos. Durante a tarde toda meu avô rodou os grupinhos recolhendo os escritos, sem deixar de lado a lata de cerveja. Minha mãe, minha avó e minha tia também curtiram a carne e meu irmão aparecia e sumia da festa com sua camisa do Palmeiras... Nem toda família é feita só de corinthianos.
Fica inaugurado o blogue que apresentará as histórias que eu tiver pra vocês!!!
Abração!!! Flw!!!
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domingo, 20 de janeiro de 2008
livros
Algumas obras que li ou planejo ler e podem instigar discussões neste blogue:
A mulher do próximo – Gay Talese
Clube do Bangue-bangue – Greg Marinovitch e João Silva
Radical chique e o novo jornalismo – Tom Wolfe
Fama e Anonimato – Gay Talese
A fogueira das vaidades – Tom Wolf
Sagarana – Guimarães Rosa
Grande Sertão: veredas – Guimarães Rosa
Cabeça de turco – Gunter Wallraff (Globo)
Fábrica de mentiras – Gunter Wallraff (Globo)
Do golpe ao planalto – Ricardo Kotscho (Cia das Letras)
A arte da entrevista – Fábio Altman, organizador (Scritta)
Chatô, o rei do Brasil – Fernando Moraes
Repórteres – Audálio Dantas, organizador (Senac)
O Homem duplicado – José Saramago (Cia das Letras)
A caverna – José Saramago (Cia das Letras)
Mantenha o sistema – George Orwell
Germinal – Émile Zola
A regra do jogo – Cláudio Abramo (Cia das Letras)
A terceira via – Anthony Giddens (Record)
A sangue frio – Truman Capote
Os 10 dias que abalaram o mundo – John Reed
A arte de fazer um jornal diário – Ricardo Noblat (Contexto)
A reportagem: teoria e técnica da entrevista e pesquisa jornalística – Nilson Lage (Record)
Martin Eden – Jack London
1984 – George Orwell
Revolução dos bichos – George Orwell
Os Sertões – Euclides da Cunha
Crime e Castigo – Dostoievski
O velho e o mar – Hemingway
O lobo da estepe – Herman Hesse
Rota 66 – Caco Barcellos (Globo)
Abusado – Caco Barcellos
1968, O ano que não terminou – Zuenir Ventura
Meninas da noite – Gilberto Dimenstein (Ática)
Minha razão de viver – Samuel Wainer (Record)
Dossiê Herzog – Fernando Jordão
A censura política na imprensa brasileira, 1968/78 – Paolo Marconi (Global)
O jornalista e o assassino – Janet Malcooln (Cia das Letras)
O vampiro de Curitiba – Dalton Trevisan (Civilização Brasileira)
A importância do ato de ler – Paulo Freire
Cabeça de papel – Paulo Francis
A ilha – Fernando Moraes (Alfa Omega)
A arte da reportagem – Igor Fuser (Scritta-SP)
Um jornal assassinado – Jeferson de Andrade (José Olympio editora)
O relógio de Pascal – Caio Túlio Costa (Siciliano)
A culpa é da imprensa, ensaio sobre a fabricação da informação – Yves Mamou
Cale a boca, jornalista! – Fernando Jorge (Vozes)
Memórias do cárcere – Graciliano Ramos
O Cortiço – Aluísio de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
O papel do jornal – Alberto Dines
Aventura da reportagem – Ricardo Kotscho e Gilberto Dimenstain
História de Cronópios e Famas – Júlio Cortazar
Ilusões perdidas – Balzac
O inferno é aqui mesmo – Luiz Vilela (Ática)
Desatino da rapaziada – Humberto Werneck (Cia das Letras)
O anjo pornográfico, vida e obra de Nelson Rodrigues – Rui Castro (Cia das Letras)
Seis propostas para o próximo milênio – Ítalo Calvino
A descoberta do mundo, crônicas publicadas no JB – Clarice Lispector
República dos padrinhos – Gilberto Dimenstain
Ficções – Jorge Luiz Borges
Guia para edição jornalística – Luís Costa Pereira Jr.
Radiojornalismo – Sin Harris e Paul Chantler (Summus)
Cinco maneiras de dizer a verdade – Bertold Brecht
Integração e desintegração da América Latina – Guillermo Pierres (UnB)
Introdução à economia – Wilson Kano
Entrevista: o diálogo possível – Cremilda Medina
O dinheiro sujo da corrupção – Rui Martins
A técnica da entrevista – Cremilda Medina
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outras histórias / autres histoires
Num ou noutro canto, alguém sempre gosta de mostrar suas idéias e contar causos.
Mande-me seu endereço para relacioná-lo aqui também!!!
Kívia Costa: kiviacosta.blog
Guilherme Celestino, o Fofo: meuvizinhobalzac.blogspot.com
Gisele Lobato: www.flickr.com/photos/giselelobato
Aerosanchez, banda do Tucuruvi: www.myspace.com/aerosanchez
Tom Times: novotom.blogspot.com
Thaisa Carolina, estudante de jornalismo, conta historias excelentes:
www.postrestante.blogspot.com
Emilie-Anne. Très drôle! Ses photos sur emilieanne.multiply.com et son blog lerouxalyon.blogspot.com
Two rivers, Louise's blog, la femme des onomatopées: nightclothesandheadphones.blogspot.com
Katie en français, Katie's blog! katie-en-francais.blogspot.com
Blog di Andrea: hicestlyon.splinder.com
Marcel Agarie, o multi-homem e seus três blogues: www.artigo.blogger.com.br; cidadelimpa.blig.ig.com.br; www.contosmalignos.blogger.com.br
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
sites internet
Dados e informações úteis e interessantes pela internet:
U.S. Census: http://factfinder.census.gov
Investigative Reporters and Editors (IRE): http://www.ire.org
Miami property: http://gisims2.co.miami-dade.fl.us/myhome
Florida business: http://www.sunbiz.org
EDGAR (stocks): http://www.sec.gov/edgar/searchedgar/webusers.htm
Datasus - http://w3.datasus.gov.br/datasus/datasus.php
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) - http://www.ipea.gov.br/default.jsp
Associação Brasileira de Jornalismo Investivativo (Abraji - http://www.abraji.org.br/
Poynter Institute - http://www.poynter.org
Projeto Brasil - http://www.projetobr.com.br
Congresso em foco - http://congressoemfoco.ig.com.br/
Transparência Brasil - http://www.transparencia.org.br/index.html
Contas Abertas - http://contasabertas.uol.com.br/asp/
Check Tudo - www.checktudo.comLili - www.lili.com
Stink Journalism - www.stinkyjournalism.org
Commission de la carte d'identité des journalistes professionnels: www.ccijp.net
Association des journalistes européens, section France: www.ajefrance.com
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